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Vereador ‘Givaldo do Açougue’ nega acusações na Câmara


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O vereador Givaldo dos Santos Feitoza, conhecido como ‘Givaldo do Açougue’ negou as acusações de desvio e lavagem de dinheiro e também de obtenção de vantagens na Câmara Municipal de Guarujá, no litoral de São Paulo. Os policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e funcionários do Ministério Público cumpriram, na manhã desta sexta-feira (2), mandados de busca e apreensão na casa e no gabinete do vereador.

Os policiais apreenderam e analisaram documentos colhidos nos dois lugares. O Ministério Público chegou ao caso por meio de uma denúncia. O vereador estaria utilizando funcionários da Câmara Municipal, que eram comissionados ou indicados por ele, para serviços indevidos.
Ele também exigiria parte do salário de seus funcionários como condição de permanência no cargo. Outra denúncia feita contra vereador é de que ele teria concedido um atestado falso de trabalho para uma funcionária na Câmara de Vereadores. Ainda segundo o MP, Feitoza também teria, com ajuda de sócios, desviado verba da prefeitura para compra de materiais sem licitação.
Em entrevista na Câmara, o vereador negou estar envolvido em parte dessas irregularidades. “Não tem nenhum funcionário meu, de açougue, aqui na Câmara. Pode ter certeza absoluta. Eu nunca nomeei nenhum funcionário que era do meu açougue nem tenho outra empresa a não ser no ramo da carne, que é meu açougue. Já participei de licitações, há muitos anos, 12 anos. Hoje não participo de nada. Não sei nem o nome dessa empresa”, falou.

Documentos
Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e funcionários do Ministério Público, cumpriram, sexta-feira (2 de Setembro), mandados de busca e apreensão na casa do vereador Givaldo dos Santos Feitoza, conhecido como ‘Givaldo do Açougue’. Ele é suspeito de desvio e lavagem de dinheiro e também de obtenção de vantagens. A operação foi realizada na casa e no gabinete do vereador. Os policiais apreenderam e analisaram documentos colhidos nos dois lugares. As salas dos assessores do vereador também foram vistoriadas.

O Ministério Público chegou ao caso por meio de uma denúncia. O vereador estaria utilizando funcionários da Câmara Municipal, que eram comissionados ou indicados por ele, para serviços indevidos. Além disso, ele, supostamente, exigiria parte do salário de seus funcionários como condição de permanência no cargo.

Outra denúncia feita contra vereador é de que ele teria concedido um atestado falso de trabalho para uma funcionária na Câmara de Vereadores. Ainda segundo o MP, Feitoza também teria, com ajuda de sócios, desviado verba da prefeitura para compra de materiais sem licitação.

O vereador, que é candidato à reeleição na cidade pelo PSD, prestará depoimento para esclarecer as denúncias.

Givaldo Feitoza é suspeito de cometer crimes



           

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