A FOLHA DO LITORAL

Mergulhadores localizam carro que afundou no mar após cair de balsa


HomePage

A pelo menos 300 metros do atracadouro das balsas de Santos e a 18 metros de profundidade no Canal do Estuário. Essa é localização, segundo a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), do veículo que afundou depois de cair de uma das embarcações que realizam a travessia marítima, no domingo (27). A informação foi confirmada pela Dersa, que apoia nos trabalhos. Nesta segunda-feira (28), mergulhadores demarcaram a área pela manhã.
Bombeiros do Grupamento Marítimo (GBMar) aproveitaram um intervalo de manobras de navios no Porto de Santos para que pudessem realizar as buscas ao automóvel. O objetivo era amarrá-lo de modo a não permitir a movimentação no fundo do canal. O local foi sinalizado para que as embarcações não se aproximem, por segurança, da área. 
Os mergulhadores do GBMar tiveram dificuldade para localizar o veículo, uma vez que a visibilidade no local é restrita e os trabalhos têm que ser feito a "tato". A água se torna ainda mais turva com a movimentação das embarcações do cais santista. A movimentação da maré e a influência das correntes também poderiam alterar o posicionamento do veículo.
De acordo com a Capitania dos Portos, órgão da Marinha do Brasil, não será preciso interromper o tráfego de embarcações com destino ao Porto, já que o veículo não oferece risco à navegação. O automóvel está numa profundidade acima daquela limite utilizada pelos navios que entram e saem do cais, que é de aproximadamente 15 metros. 

Durante os trabalhos dos Bombeiros pela manhã, oficiais da Marinha interromperam por alguns momentos a travessia de balsas. A medida foi tomada para garantir a segurança dos mergulhadores que estavam a procura do carro. Em ambas as margens, as filas se acumularam e a espera para embarque chegou a quase uma hora. 

Inicialmente, ao final da manhã, as equipes acreditavam que a localização havia ocorrido. Os mergulhadores, entretanto, tinham encontrado uma peça de metal. A Dersa informou que não tem responsabilidade sobre o resgate, apesar de prestar apoio logístico. A Capitania dos Portos, que abriu inquérito, ainda apura quem deverá fazê-lo. 



     

Comente a Notícia!

Seu nome:

Seu e-mail: (não divulgaremos o seu e-mail)

Seu comentário:


Comentários


Ainda não existem comentários para esta notícia.